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07:35:00
De: Daniel Espindola
[mailto:daniel_espindola@...] Enviada em: terça-feira, 15 de dezembro de 2009 08:30 Para: relajur_miembros@... Assunto: FW: [relajur_miembros] Circ.404: Registro en Proyecto TIC en
Organizaciones de Jóvenes Rurales de Amér
Registrate,
inscribí a tu organización en
Proyecto Promoción de uso de TIC en Organizaciones de
Jóvenes Rurales de América Latina
RELAJUR con el apoyo de UNESCO y la
colaboración de Talentos Jóvenes Rurales-PROCASUR, el Portal de Juventud para
AL y el C. y Foro Juvenil invita a grupos y organizaciones de jóvenes rurales a
participar de este proyecto.
La propuesta busca favorecer y fortalecer
la presencia dinámica y proactiva de organizaciones juveniles rurales
latinoamericanas en Internet, mediante apoyarlos, capacitarlos y propiciar que
logren sitios Web interactivos en la perspectiva de la Web 2.0.
El mismo se desarrollará de diciembre 2009
a marzo 2010 y en el mismo se realizarán –entre otras actividades- diversos
cursos sobre Gestión de Sitio Web, se asistirá técnicamente a las entidades
participantes en Diseño, administración y Gestión Web y se desarrollará un Foro
electrónico.
Participarán grupos y organizaciones de
jóvenes rurales e indígenas que manifiesten interés en estos temas. Si el cupo
lo permite también podrán participar ONGs y organizaciones comunitarias rurales
que desarrollan acciones para jóvenes rurales.
La
participación en el proyecto no tendrá costo para los grupos que accedan al
mismo.
Diciembre 2009.
Selección
de las organizaciones juveniles participantes en el proyecto.
Enero 2010
Foro
Electrónico Los sitios Web en Organizaciones de Jóvenes Rurales;
Experiencias y Lecciones Aprendidas. del 20 al 29 de enero 2009.
Conferencia
Electrónicas en vivo 22 de enero 2010: Presentación de un caso de Sitio
Web
Conferencia
Electrónicas en vivo 28 de enero 2010: Presentación de un caso de Sitio
Web
Febrero 2010
Cursos
a Distancia: Administración de Sitios Web en Organizaciones Juveniles
Rurales del 1 al 12.2.2010
Conferencia
Electrónicas en vivo 10 de febrero 2010 Monitoreo y Evaluación de Sitios
Web en Organizaciones de jóvenes Rurales.
Conferencia
Electrónicas en vivo 23 de febrero 2010 Los La importancia de los
CMS-Gestores de Contenidos de Sitios Web.
Marzo 2010
Cursos
a Distancia: Administración de Sitios Web en Organizaciones Juveniles
Rurales del 8 al 19.3.2010
Internet
Explorer 8 especial para MSN - ¡Gratis! Haz clic aquí
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19:47:00
From: sandog@...
To: vmariscal@...;
Subject: Congress in Co-Innovation of Sustainable Rural Livelihood Systems /
Congreso en Co-Innovación de Sistemas Sostenibles de Sustento Rural
Date: Wed, 25 Nov 2009 10:34:25 -0200
Dear
EULACIAS team members,
We
are organizing a Congress which will take place during the Final EULACIAS
Workshop at the end of April 2010, in Uruguay. Information about this
Congress is now available at the web page of EULACIAS (www.eulacias.org). I
would like to encourage everyone of you to submit an abstract for one of
the four workshops that we have planned in the congress. You will find a good
correlation between the workshops of the congress and the work packages of
EULACIAS.
I
would also like to ask everyone to help in disseminating this event among
your contacts (individuals, groups, institutions), to get as much people
interested as possible. We think this is a great opportunity to make
contacts, networking and identifing opportunities for new projects.
I'm
sending you attached a pdf file with the congress announcement and
description.
We
are approaching very fast to the deadlines, so don't sleep on it !!!!
Estamos
organizando un congreso que tendrá lugar durante la Reunión Final del
Proyecto EULACIAS, la última semana de abril de 2010. La información sobre
este congreso está disponible en la página web de EULACIAS: www.eulacias.org . Nos gustaría alentar a cada uno
de ustedes a preparar un resumen y presentarlo en alguno de los cuatro
talleres que tenemos planificados en el congreso. Encontrarán una muy buena
coincidencia entre los talleres y los 'workpackages' de EULACIAS.
También
nos gustaría solicitarles que nos ayuden a diseminar este evento entre todos
sus contactos, tanto individuales, grupales como institucionales, para lograr
llegar a la mayor cantidad de gente interesada posible. Creemos que esta es
una gran oportunidad de hacer contactos, relacionarnos e identificar oportunidades
para futuros proyectos.
Les
envío adjunto un archivo pdf con el anuncio y descripción del congreso.
Las
fechas límite son muy pronto, por favor no se duerman !!!
Saludos
para todos,
Ing.
Agr. PhD. Santiago Dogliotti
Facultad
de Agronomía
UDELAR
>
Si solo usas tu WL id para Hotmail y Messenger, esto es
para ti
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con Yahoo! Cocina!
http://mx.mujer.yahoo.com/cocina/
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19:47:00
-----Mensagem original-----
De: Zander Navarro [mailto:Z.Navarro@...]
Enviada em: quinta-feira, 10 de dezembro de 2009 14:56
Para: Undisclosed recipients:
Assunto: Qual o futuro da agricultura?
Caros colegas,
incomodo, uma vez mais, e prometo ser esta a última mensagem do ano, quem
sabe até mesmo por um longo tempo. Trata-se de comentar sobre trabalhos
disponíveis que analisam a indagação: "qual o futuro da agricultura?". Não
são, claro, os únicos estudos existentes, mas aqueles sobre os quais tenho
conhecimento e julgo mais relevantes. Como estamos vivendo sob um verdadeiro
terremoto de mudanças, muitas de consequências imprevisíveis, esta é
pergunta que vem despertando crescente interesse e diversos materiais
relevantes começaram vir à lume neste período mais recente. Quase todos os
documentos são em inglês e poucos tem alguma versão em português ou
espanhol. Neste sentido, sendo mais sintético, cito abaixo alguns deles,
caso os colegas tenham interesse neste assunto:
(a) O primeiro deles é o "World Development Report 2008", que o Banco
Mundial dedicou ao tema "Agricultura". Lançado no ano passado, já gerou
debates e trabalhos diversos. Estou anexando uma síntese em português,
tornando possível obter uma aproximação sobre os temas tratados neste
importantíssimo documento. O relatório propriamente dito pode ser baixado no
"link" abaixo. Para aqueles que lerem o documento e desejarem bibliografia
adicional que discute criticamente este "Report", estou anexando alguns
artigos recentes publicados na revista inglesa "Journal of Agrarian Change":
http://econ.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/EXTDEC/EXTRESEARCH/EXTWDRS/EXTWDR2
008/0,,menuPK:2795178~pagePK:64167702~piPK:64167676~theSitePK:2795143,00.htm
l
(b) julgo que o mais importante de todos esses exercícios de análise
prospectiva é o "International Assessment of Agricultural Knowledge, Science
and Technology for Development" (IAASTD), um documento de 590 páginas e
realizado sob a colaboração de dezenas de pesquisadores e instituições. A
leitura deste documento, intitulado "Agriculture at crossroads", permite um
conhecimento vastíssimo sobre todos os vetores que atualmente incidem sobre
o estado atual e o futuro do mundo rural no mundo. Um documento
extraordinário, que pode ser baixado (14MB) do "link" abaixo. Para que
possam ter uma primeira idéia, estou anexando o sumário executivo (em
espanhol). Estou também anexando um artigo que analisa criticamente este
exercício; http://www.agassessment.org/
(b) Os documentos do "Millenium Ecosystem Assessment". São diversos textos,
que podem ser baixados no "link" abaixo e deixo de anexar um
documento-síntese, permitindo uma primeira aproximação com este estudo, por
ser demasiadamente "pesado". Pode ser obtido no mesmo "link", sob o título
"Overall Synthesis":
(http://www.millenniumassessment.org/en/index.aspx)
(c) Os documentos da FAO ("World Agriculture. Towards 2015/2030") que podem
ser encontrados no "link" abaixo. Para uma primeira idéia sobre este esforço
analítico, estou anexando o documento-síntese:
http://www.fao.org/docrep/004/Y3557E/y3557e00.HTM
(d) Os documentos do esforço de investigação intitulado "Comprehensive
Assessment of Water Management", transformados no livro "Water for food.
Water for life". Embora pareça muito setorial, na realidade este documento
também oferece análises bastante abrangentes em algumas de suas partes.
Estou anexando a síntese (em espanhol) e o primeiro capítulo, para aqueles
interessados. Os capítulos deste livro podem ser baixados em
http://www.iwmi.cgiar.org/assessment/Publications/books.htm
Deixo a todos os meus votos de um excelente ano novo!
Cordialmente,
Zander Navarro
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confidential information. If you have received it in error, please notify
the sender immediately and delete the original. Any views or opinions
expressed are solely those of the author and do not necessarily represent
those of IDS.
Institute of Development Studies
at the University of Sussex, Brighton BN1 9RE
Tel: +44 (0)1273 606261; Fax: +44 (0)1273 621202 IDS, a charitable company
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19:41:00
VIII Congresso
Latinoamericano de Sociologia Rural
América Latina:
realineamientos políticos y proyectos en disputa
Recife,
Pernambuco - Brasil
15 a 19 de
noviembre de 2010
Grupo de Trabajo GT: 15
Las políticas públicas y el desarrollo rural en América
Latina: territorios, actores y referencias analíticas
Coordinadores: Luis Llambí (IVIC, Venezuela), Sérgio
Schneider (UFRGS, Brasil), Luciano Martínez (FLACSO-Ecuador) y Alberto Arce
(Wageningen University, Holanda)
Estimados colegas y amigos
Están abiertas las
inscripciones para resúmenes de ponencias al VIII Congreso Latinoamericano de
Sociología Rural, organizado por ALASRU.
La recepción de resúmenes de
ponencias estará abierta hasta el 20 de diciembre de 2009. El sitio web del
congreso contiene los detalles y las convocatorias de todos los Grupos de
Trabajo.
Contamos con la presencia de todos
en Recife / Porto de Galinhas, de 15 al 19 de noviembre de 2010.
Cordiales saludos,
Mesa directiva de Alasru y Comité
de Organización del VIII Congresso
n
Sonia Bergamasco
Presidente da Alasru
Professora da Feagri/Unicamp
Leonilde Servolo de Medeiros
Secretária da Alasru
Professora do Programa de Pós-graduação de C. Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Grupo de Trabajo GT: 15: Las políticas
públicas y el desarrollo rural en América Latina: territorios, actores y
referencias analíticas
Resumen:
En
años recientes ha tenido lugar una clara renovación del debate sobre la
ruralidad, los territorios y el desarrollo rural en América Latina. Un elemento
central en la explicación del cambio de agendas está en las transformaciones
experimentadas por los estados y en la diferenciación de las formas de gestión
y gobierno de las organizaciones públicas y privadas. No obstante, estos
cambios son aún incipientes y manifiestan diferentes grados de intensidad y
formas de expresión política, cultural y discursiva en la región. Entre las
iniciativas más interesantes del Estado están los recientes intentos de
implementar políticas públicas de desarrollo rural con enfoque territorial. Es
cierto también que, ante el avance de los procesos de globalización de mercado,
el objetivo de competitividad de los territorios subnacionales se convirtió en
un componente central de la agenda de desarrollo rural. Querámoslo o no, en los
últimos años, los procesos de apertura e integración de mercados a la economía
mundial, han avanzado en todos los países de América Latina. Y es bastante
factible que estos procesos tiendan a profundizarse en los próximos años.
Pero,¿debería ser este el objetivo prioritario de las agendas de desarrollo?
¿Cómo compatibilizar este objetivo con los objetivos de equidad social y
territorial, y desarrollo ambientalmente sustentable y sostenible?
En este sentido, los objetivos del GT son:
1.
Identificar los procesos sociales y económicos que están produciendo cambios en
las formas de intervención de los gobiernos nacionales y sub-nacionales en los
territorios rurales
2.
Examinar los planteamientos teóricos y las propuestas normativas que subyacen a
estas agendas de de desarrollo
--
Luis Llambí
--
Luis Llambí
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Atualizado em 08/12/2009
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19:34:00
De: SIPAE
[mailto:sipae@...] Enviada em: segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 12:05 Para: SIPAE Assunto: Conferencia de la FAO en Roma sobre un nuevo modelo bananero
Conferencia de la FAO en Roma sobre un nuevo
modelo bananero
Organizaciones ecuatorianas con propuestas alternativas para la producción y
comercialización del banano
Un nuevo modelo de la producción y comercialización bananera proponen
diferentes organizaciones de pequeños productores y trabajadores del Ecuador.
La UROCAL de Machala, la FENACLE de Guayaquil y el SIPAE de Quito hacen
propuestas como implementar la soberanía alimentaria y los derechos del buen
vivir, pilares de la nueva Constitución, en el sector. Ecuador es el proveedor
más grande de banano para el mercado global; desde hace más de 50 años, el
banano es el primer producto de la agroexportación del país. Pero este éxito
tiene otro lado de la medalla: pobreza, destrucción ambiental, violación de
derechos laborales.
Para superar esta problemática las 3 organizaciones diseñan un modelo con el
enfoque en la pequeña y mediana producción, desde los programas públicos de
fomento, investigación y comercialización. Al mismo tiempo insisten en una
capacitación y mayor control del uso de los agroquímicos y de los derechos
laborales. La producción orgánica y del comercio justo debe recibir preferencia
en los mercados. FENACLE; SIPAE y UROCAL elaboraron su documento (ver anexo)
para iniciar un debate amplio y participativo sobre le sector bananero.
Las 3 organizaciones ecuatorianas están presentes con delegados invitados en el
"Foro Mundial Bananero" de la FAO en Roma el 7 y 8 de Diciembre donde
actores de las multinacionales bananeras, representantes de los sindicatos
internacionales, del comercio justo, investigadores y instituciones
multilaterales discuten sobre la producción y el comercio sustentable del
banano.
"Vivimos en un momento histórico del sector bananero", explica
Francisco Hidalgo, Director del SIPAE. "Con el acuerdo sobre los aranceles
europeos, se van a liberar millones de dólares que se deben usar para un
mejoramiento de la calidad de vida de los pequeños productores y de los trabajadores
del banano." Solo en el caso ecuatoriano la reducción del arancel
significa un ahorro de 120 millones de dólares por año, tres veces el
presupuesto total del MAGAP.
En archivo adjunto se encuentra del documento elaborado por SIPAE, FENACLE,
UROCAL, ante el cual seria interesante sus organizaciones y/o instituciones,
pudieran adherirse. La idea es que se entregará la propuesta al gobierno
ecuatoriano al inicio del año 2010.
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Atualizado em 07/12/2009
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Version: 8.5.426 / Virus Database: 270.14.87/2535 - Release Date: 12/07/09
07:33:00
Como se informó, el
plazo para la inscripción de resúmenes en los 29 GTs de Alasru
finaliza el próximo 20 de diciembre.
Estamos recibiendo una
gran cantidad de trabajos, lo que muestra el interés de los
investigadores latinoamericanos sobre el tema.
Aún así, gustaríamos pedir
que los que aún no realizaron su inscripción no lo dejen para
última hora, para evitar eventuales congestionamientos en nuestra página.
Reiteramos que, en este
momento, se envía apenas un resumen, directamente por la página de ALASRU
(www.alasru.org) y no por e-mail. El
trabajo completo será enviado posteriormente (hasta el 01 de junio
de 2010).
Para enviar el resumen proceda
de la siguiente manera:
a) entre en la página de Alasru
b) clique en "Inscripciones"
c) rodando la barra para abajo, accesará al formulario para inscripción
del resumen.
d) luego de colocarlo clique en enviar. Usted recibirá un mensaje
automático, informando la recepción del resumen.
Abrazos a todos
Sonia Bergamasco
Presidente da Alasru
Professora da Feagri/Unicamp
Leonilde Servolo de Medeiros
Secretária da Alasru
Professora do Programa de Pós-graduação de C. Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Henrique de Barros
Coordenador local del Congresso
Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco
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Version: 8.5.426 / Virus Database: 270.14.87/2535 - Release Date: 12/06/09
19:37:00
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Version: 8.5.426 / Virus Database: 270.14.87/2535 - Release Date: 11/29/09
19:31:00
La Dirección Ejecutiva de SIPAE, en acuerdo con Heifer
- Ecuador, esta organizando el evento de presentación de libros con Blanca
Rubio, para el día martes 8 de diciembre, a las 17h30.
El evento se realizara en el auditorio de la Facultad de Economía de la Universidad Central del Ecuador.
Se presenta la tercera edición, impresa en Ecuador, y publicada con el auspicio
de SIPAE y CODENPE, de: "Explotados y Excluidos: los campesinos
latinoamericanos en la fase agroexportadora neoliberal".
Y también el libro: "Formas de explotación y condiciones de reproducción
de las economías campesinas en el Ecuador", que coordinó Blanca Rubio y
escrito con Fernando Larrea y Florencia Campana. Esta obra fue publicada por
Heifer y Ediciones La Tierra.
Siempre es importante señalar que las obras de Blanca Rubio han aportado a
identificar los ejes del neoliberalismo en el sector agropecuario y marcar las
evoluciones entre modalidades incluyentes y excluyentes en el dominio entre
industria y agricultura.
Extendemos una cordial invitación a que nos acompañen en este evento, en el
cual intervendrán: Bayardo Tobar (Director de Posgrados de la Universidad Central), Antonio Gaybor (Presidente de
SIPAE), Rosa Rodriguez (Directora Heifer - Ecuador), Luis Andrango (Presidente
de la Fenocin), y la propia autora: Blanca Rubio.
Atentamente,
Francisco Hidalgo
DIRECTOR
EJECUTIVO SIPAE
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Version: 8.5.426 / Virus Database: 270.14.87/2535 - Release Date: 11/29/09
19:31:00
En el VIII Congresso de
ALASRU, a realizarse en Porto de Galinhas, Pernambuco,Brasil,
entre 15 y el 19 de noviembre de 2010, se reservará un espacio
para la exhibición de vídeos-documentales. Los que tengan interés
en mostrar su trabajo, favor hacer su inscripción, enviando a nosotros (alasru2010@...) en
archivo adjunto, hasta el día 28 de febrero del 2010, una
ficha técnica con las siguientes informaciones:
Nombre del documental
Autor (es)
Data de la edición
Local
Duración
Síntesis (no más de diez líneas)
La selección será realizada hasta finales de abril y los resultados serán
comunicados a todos.
Abrazos
--
Sonia Bergamasco
Presidente da Alasru
Professora da Feagri/Unicamp
Leonilde Servolo de Medeiros
Secretária da Alasru
Professora do Programa de Pós-graduação de C. Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Henrique de Barros
Coordenador local do Congresso da Alasru
Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco
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Version: 8.5.426 / Virus Database: 270.14.87/2535 - Release Date: 11/29/09
19:31:00
Estimado
Henrique
Reenviamos comunicación invitando a los colegas e investigadores de América
Latina a la presentación de trabajos en nuestro GT 17, "Movilización de
recursos para el desarrollo local y transformaciones territoriales" en
el marco del VIII Congreso de La Asociación Latinoamericana de Sociología
Rural. El GT 17 tiene la coordinación de cuatro investigadores, de Argentina,
Cuba, México y Uruguay.
Agradecemos su difusión dentro de la lista de ALASRU y otras.
Atentos saludos
Carlos Schiavo
Estimados
amigos y amigas: Como es conocido, los trabajadores agrícolas constituyen la
fuerza productiva fundamental del campo, al representar más del 80 por
ciento de la población económicamente activa ocupada en la zona rural en
Sinaloa y el 90 por ciento en Baja California. Sin embargo, su fuerza social y
política no se corresponde con su importancia económica. Para examinar el
problema de las demandas, organizaciones, liderazgos, proyectos y toma de
decisiones de los trabajadores asalariados rurales, el próximo lunes 7 de
diciembre, a las 11:00 a.m. en la Torre Académica, Culiacán, presentaremos mi
nuevo libro: Identidad y voluntad colectiva de los trabajadores agrícolas, con
la participación como comentaristas de especialistas en la problemática jornalera
y representativos de los principales actores (Pablo Moreno Cota (GOBSIN); Ma.
Teresa Guerra Ochoa (UAS); Mario H. Robles Escalante (CAADES). La Moderadora
será Ilda Elizabeth Moreno Rojas (EDIUAS).
Anexamos
invitación rogando a ustedes hacerla extensiva a posibles interesados.
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Atualizado em 27/11/2009
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Version: 8.5.425 / Virus Database: 270.14.82/2525 - Release Date: 11/25/09
07:31:00
Temos o prazer de convidá-los/as para participar do Grupo de
Trabalho no. 05 CULTURA E COMUNICAÇÃO NO MUNDO RURAL, que se
reunirá no VIII Congreso Latinoamericano de Sociología Rural em Porto de
Galinhas, Pernambuco, Brasil, de 15 a 19 de novembro de 2010.
Rosemeire Aparecida Scopinho –
Universidade Federal de São Carlos-UFSCar, scopinho@...
Resumo
O GT é um
espaço para discutir a relação entre Cultura e Comunicação no mundo rural
latinoamericano. Entre as possíveis dimensões a partir das quais esta relação
pode ser abordada, destacam-se: o debate teórico-metodológico relacionado ao
uso de produtos audiovisuais como fonte de pesquisa sobre a história e o
cotidiano rural; os limites e as possibilidades das diferentes linguagens nos
processos comunicativos e na construção dos sujeitos ; a linguagem audiovisual
como instrumento de produção do conhecimento; a reflexão sobre a indústria
cultural e o significado das novas tecnologias digitais na redefinição de
estratégias de democratização do conhecimento; os estudos sobre modos de vida e
processos de construção e atualização da memória social ( trajetórias sociais ,
festas e outros rituais ); a análise de processos de identificação e construção
de identidades sociais e subjetividades. O tema poderá ser discutido por meio
da apresentação de artigos ou de produtos audiovisuais , que devem estar ,
obrigatoriamente, acompanhados de textos que discutam o processo de elaboração
.
Resumo Expandido
Os
meios de comunicação – em todos os seus formatos: televisão, rádio, cinema,
fotografia, Internet, telefonia celular etc – são grandes mediadores nas
interações coletivas do mundo contemporâneo. Sem dúvida, boa parte da
estruturação das relações sociais ocorre em torno dos processos
comunicacionais. Portanto, os meios de comunicação constituem espaços de poder
político, econômico e cultural onde se negociam sentidos culturais e
ideológicos e representam o campo mais ativo de produção, circulação e consumo
cultural. A mídia de massa proporciona algumas das representações
mais “visíveis” da nossa época. Por isso, é muito importante perguntar-se como
aparecem as relações sociais nos textos midiáticos (visuais e escritos) e como
estes aglutinam indivíduos e grupos nos contextos de produção de sentidos e
práticas culturais.
É
vasto o espectro de temas e problemas que as ciências sociais abordam em
relação ao fenômeno comunicacional: os regimes de representação e as formações
sociais; a constituição de imaginários e valores por meio dos dispositivos
midiáticos; e a utilização que deles se fez em diferentes contextos culturais.
Por meio do uso de métodos qualitativos e técnicas etnográficas, pode-se
indagar sobre as formas de recepção de espectadores, leitores e ouvintes (quer
dizer, como se apropriam, se afastam e se negociam as representações midiáticas
e como estas intervêm na construção de identidades, nas memórias coletivas e
outros processos ideológicos) e as formas de organização de atividades sociais,
culturais e políticas em torno aos meios.
A importância
da existência deste GT no VII Congresso da Associação Latinoamericana de
Sociologia Rural apóia-se na constatação de que nos fóruns de debate sobre o
rural são escassos os espaços que discutem a relação entre Cultura e
Comunicação. Apóia-se também no fato de que a produção e ou a recuperação de
produtos audiovisuais como fonte de pesquisa e de análise sobre a realidade
rural pelos cientistas sociais são ainda muito pouco utilizadas. Com efeito, as
produções audiovisuais são empregadas habitualmente apenas como suporte
ilustrativo das investigações. Em poucas ocasiões aproveita-se o seu potencial
para transmitir conhecimento científico a audiências não especializadas
(divulgação científica) - com o fim de ativar o debate e a reflexão – ou como
ferramenta heurística durante o próprio processo de investigação.
No
GT Comunicação e Cultura no mundo rural nos dedicaremos a refletir e discutir
acerca do impacto dos processos comunicacionais no mundo rural, especificamente
sobre: a constituição ou impugnação de identidades coletivas; a formação de
visões políticas alternativas; a transformação de representações e
práticas culturais (etárias, étnicas, de gênero, religiosas, nacionais,
diaspóricas, ritualísticas. sobre a constituição de memórias coletivas etc); a
presença midiática (a televisão, o cinema, a fotografia, a Internet, a imprensa
gráfica etc) nas transformações sociais e políticas; os potenciais e os limites
do agenciamento das audiências; a introdução de novas tecnologias e sua
influência na reconfiguração das relações sociais (comunidades virtuais, redes
sociais online, fóruns de discussão, blogs de intercâmbio de
idéias, opiniões etc); as linguagens e códigos comunicacionais nas estratégias
culturais (a níveis local, regional e global).
Assim, a
proposição deste GT é relevante por vários motivos. Um deles é dado pela possibilidade
de reunir elementos de reflexão teórico-metodológica que contribuam para as
ciências humanas e sociais na compreensão dos processos simbólicos relacionados
à formação dos sujeitos sociais que vivem e trabalham no campo na América
Latina. Nesta direção, ao privilegiar o tema Cultura e Comunicação, o GT pode
contribuir para avançar na compreensão de problemas relacionados à diversidade
cultural, aos processos de identificação e construção de identidades sociais ,
a permanente atualização da memória social , assim como na reflexão sobre a
utilização do áudio-visual como instrumento pedagógico , de registro e de
pesquisa. Um outro motivo diz respeito à contribuição do tema na formação dos
participantes do GT, como pesquisadores e profissionais que atuam em diferentes
espaços e se relacionam com diferentes tipos de comunidades rurais. Do ponto de
vista político , o debate é importante pela influência da mídia de massa na
construção da subjetividade do homem do campo .
Grupo
de Interes en Desarrollo y Ambiente
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Atualizado em 27/11/2009
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Version: 8.5.425 / Virus Database: 270.14.77/2520 - Release Date: 11/25/09
07:31:00
UNIVERSALISMO Y
PARTICULARISMO EN EDUCACIÓN SUPERIOR. IMPACTO DE POLITICAS EDUCATIVAS HACIA EL
MEDIO RURAL EN LA UNIVERSIDAD LATINOAMERICANA
Propuesta de Grupo de
Trabajo no.24 para el VIII Congreso Latinoamericano de Sociología Rural a
celebrarse en Pernambuco, Brasil, del 19 al 24 de noviembre de 2010.
RESUMEN
En los años
recientes se ha puesto en el banquillo de los acusados todas las políticas
sociales provenientes del dogma neoliberal o universalismo de las políticas de organismos
internacionales frente a las acciones de un singularismo o particulturalismo de
los Estados Nación en el continente latinoamericano. Especialmente en el caso
de las universidades, pese a que hay corrientes o grupos de países orientado
por bloques económicos y sociopolíticos internacionales y regionales existen
ciertos rasgos que se imprimieron en las políticas universitarias que
impactaron de manera diferenciada en las universidades públicas convencionales
en distintas regiones de América Latina.
Objetivos:
En este grupo
de trabajo se deben
Exponer
los resultados de trabajos más amplios ligado al estudio de las políticas
sociales públicas educativas en el nivel superior en la transición del
Estado latinoamericano, así como
Analizar
nuevos realineamientos políticos del continente abriendo un nuevo
reagrupamiento de fuerzas políticas al espacio latinoamericano durante el
periodo de las dos últimas décadas. Particularmente, si se reconoce que en
América Latina en la coyuntura actual (1ª. década del siglo XXI) se
prefiguran tres reagrupamientos ideológicos importantes: 1. Alternativa
Bolivariana de las Américas (ALBA), encabezado por Venezuela con
participación de pequeños países centroamericanos y del Caribe; 2. El
MERCOSUR, desde luego el MERCOSUR educativo encabezado por Brasil, los
países que lo acompañan de la región sudamericana; 3. Países
aparentemente aislados de la integración latinoamericana y más integrados
a Nortemérica (EU) como México, Colombia y Costa Rica, ejemplos cuyos
sistemas de educación superior se complementan con algunos casos genéricos
de universidades públicas convencionales de los países como Brasil,
Venezuela, Chile, Argentina, Costa Rica y México, entre otros.
Desde
una visión de análisis político de las acciones educativas,
metodológicamente se aprecia en dos dimensiones de las acciones educativas
universitarias para el medio rural y agropecuario: la acción de
construcción y diseño de las políticas a nivel proyecto, y la acción como
expresión de resultados a que condujeron esas políticas. En este grupo de
trabajo nos interesan las dos dimensiones, por que el universalismo se
imbrica más a nivel de proyecto en tanto que el singularismo o
particularismo se observa más a nivel de resultados en las comunidades
universitarias de la región.
En una visión
de la experiencia mexicana tomado como eje central de análisis, así como la
complementariedad y comparación con universidades públicas de similar
desarrollo de los países en cuestión, se hace un análisis político por la vía
documental de las experiencias más recientes de estas universidades en una
lógica de observación de tendencias más recientes como procesos de aceptación y
resistencias de estas políticas educativas en transición.
Temas o
políticas de interés académico
Para una
mejor exposición se enumeran los alcances, las apreciaciones críticas, así como
las opciones para su mejora de las seis políticas educativas públicas hacia las
universidades. En orden de aparición se esperan analizar: 1. Financiamiento; 2.
Privatización; 3. Calidad y Evaluación; 4. Vinculación Universidad - Sociedad;
5. Transformación curricular; 6. Educación Superior a Distancia; y 7.
Postgrado, Ciencia y Tecnología, 8. Educación ambiental y desarrollo
sustentable.
En la realidad de la
educación superior agropecuaria y rural, aunque hay más políticas
universitarias como la cobertura, la oferta académica, entre otras, las
primeras ocho políticas públicas educativas conforman los principales focos
rojos en la agenda universitaria. El conjunto de reflexiones sobre ellas dan
cuenta del comportamiento de estas universidades en transición del Estado
latinoamericano, mismo que se mueve de un Estado de bienestar a uno de rasgos
neoliberales, así como expresiones emergentes de regímenes socialdemócratas y en
algunos casos de rasgos socialistas en los últimos 20 años de vida
universitaria; por tanto se busca documentar ¿Cuáles son los resultados de las
principales políticas públicas educativas que siguen influyendo en la
transformación de las instituciones de educación superior? Y ¿Cómo las
universidades de vinculadas al medio rural y agropecuario aceptan o se resisten
en los singulares países del continente latinoamericano?.
Esperemos que se
presenten interesantes trabajos y reflexiones para fortalecer este campo de
conocimiento.
Quiénes somos?
Conviene decir que los
proponentes son miembros de la Red Nuevo Paradigma para el Desarrollo de
América Latina. Y a la vez participan en la Red de Investigación de Profesores
e investigadores en el campo de la educación agrícola superior con sede en la
Universidad Autónoma Chapingo de México. Gracias.
Responsables
Dr. Liberio Victorino
Ramírez, Universidad Autónoma Chapingo de México.
De: Armando Sánchez
Albarrán [mailto:armando_sa2002@...] Enviada em: quinta-feira, 26 de novembro de 2009 00:01 Para: Henrique de Barros Cc: sonia@...; Henrique de Barros Assunto: FAVOR DIFUNDIR CONVOCATORIA GT29
Estimado Henrique:
Por favor de difundir la Convocatoria (español y
portugues) para enviar resúmenes al Grupo de Trabajo 29 Sociología
Rural: problemas teóricos y metodológicos.
VIII Congresso
Latinoamericano de Sociologia Rural
América Latina:
realineamientos políticos y proyectos en disputa
Recife,
Pernambuco - Brasil
15 a 19 de noviembre
de 2010
Grupo de Trabajo GT: 29: Sociología Rural: problemas teóricos y metodológicos
Objetivo
general: Motivar el debate teórico de
las nuevas teorías, propuestas de reflexión, temáticas y conceptos utilizados
para comprender y explicar los nuevos problemas por los que atraviesa la
sociedad rural de América Latina.
Objetivos
específicos: La globalización y el
consecuente proceso de modernización modifica constante mente el mundo rural
en ocasiones hacia situaciones antes inexistentes; las nuevas tecnologías
modifican el ámbito del tiempo y el espacio que modifica el contenido mismo
del desarrollo rural; las empresas trasnacionales y los productores
establecen nuevas relaciones en las que se imponen procesos de trabajo
flexible; la nueva ruralidad explican ahora procesos en los que se constata
el vaciamiento del contenido rural; los nuevos movimientos sociales o
globales se diferencian de luchas y conflictos en los que la tierra ya no es
el único eje de lucha, mientras que en otros frentes cobra un renovado
interés la lucha indígena en Chiapas, México; Ecuador, Bolivia o Brasil; los
problemas ecológicos van en ascenso, al tiempo en que el mundo parece perder
la batalla ante la deforestación, contaminación del aire y el agua. Para una
parte de la comunidad académica, el campesino, como sujeto social, resurge de
nuevo como productor conservacionista a la vez que reproductor de identidades
en un mundo cada día más globalizado.
Temas:
Los
retos teóricos de la sociología rural:
a)
La formación de sociólogos rurales;
b)
nuevos enfoques teóricos y paradigmas;
c)
nueva ruralidad, nuevas formas de asentamiento (la rurbanización), nueva
relación ciudad campo;
d)
desafíos de la problemática ambiental;
e)
el campesinado latinoamericano en perspectiva.
VIII Congressista Latina americana de Sociologia
Rural América Latina : realineamientos
políticos e projetos em disputa
Ela recebe
Pernambuco Brasil 15 a 19 de Novembro de 2010
Grupo de Trabalho
GT : 29: Sociologia Rural : problema teórico e metodológicos coordenador:
Arma Sánchez Albarrán armando_sa2002@..., Beatriz
de la Tejeda btejera1999@..., Miguel
A. Sámano misamano@...,
Anita Brumer , anita@...
instituições
Univ. Autónoma Metropolitano Azcapotzalco Univ. Autónoma Metropolitano Univ.
Autónoma de Chapingo Univ. Federal CELSUS R. Univ.
Federal do R. Gde do Sul
Paises: México -
Brasil
Objetivo: motivar a discussão
teórica de novas teorias, propostas para discussão, temas e conceitos
utilizados para compreender e explicar os novos problemas que atravessa a
sociedade rural na América Latina.
Os objetivos específicos: a
globalização ea conseqüente processo de modernização constante modifica a
mente rural, por vezes, a situações que não existiam anteriormente, e as
novas tecnologias alterar o âmbito do tempo e do espaço que altera o conteúdo
do desenvolvimento rural, as corporações transnacionais e os produtores Novas
relações na imposição de processos de trabalho flexíveis e nova ruralidade
agora explicar os processos em que se encontra o esvaziamento de conteúdo
rural, os novos movimentos sociais globais e as lutas são diferentes de
conflitos em que a terra não é mais apenas o eixo de luta, enquanto outros
cobram um interesse renovado frentes de luta indígena de Chiapas, México,
Equador, Bolívia e Brasil, os problemas ambientais estão a aumentar, o tempo
em que o mundo parece perder a batalha contra o desmatamento, poluição do ar
e da água. Para alguns membros da comunidade acadêmica, o camponês como um
sujeito social, levantando-se novamente como um produtor enquanto
conservacionista identidades jogador em um mundo cada vez mais globalizado.
TEMAS
Os desafios teóricos da sociologia rural:
a) A formação de sociólogos rurais;
b) novas abordagens teóricas e paradigmas;
c) nova ruralidade, novas formas de liquidação (rurbanización a), uma nova
relação entre a cidade eo campo;
d) os desafios dos problemas ambientais;
e) os camponeses da América Latina no futuro próximo.
Estimados colegas
Están abiertas las
inscripciones para resúmenes de ponencias al VIII Congreso Latinoamericano de
Sociología Rural, organizado por ALASRU.
La recepción de resúmenes de
ponencias estará abierta hasta el 20 de diciembre de 2009. El sitio web del
congreso contiene los detalles y las convocatorias de todos los Grupos de
Trabajo.
Contamos con la presencia de
todos en Recife / Porto de Galinhas, de 15 al 19 de noviembre de 2010.
Cordiales saludos,
Mesa directiva de Alasru y
Comité de Organización del VIII Congresso
n
Sonia Bergamasco
Presidente da Alasru
Professora da Feagri/Unicamp
Leonilde Servolo de Medeiros
Secretária da Alasru
Professora do Programa de Pós-graduação de C. Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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CONVOCATORIA PROFESOR(A) AGREGADO(A)
La Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO Sede Ecuador,
requiere los servicios de un(a) profesor(a) agregado(a) para trabajar con
dedicación exclusiva al menos por un año.
Perfil:
- Ph.D. o Doctorado en Ciencias Sociales, con especialidad o
mención en Ciencia Política, Sociología o Políticas Públicas, o carrera
afín.
- Conocimientos profundos en economía y finanzas públicas, política
comparada, teoría social y métodos cuantitativos.
- Justificar al menos tres publicaciones académicas (libro,
artículos o capítulos en libros).
- Se dará preferencia a investigadores o investigadoras con
experiencia en el análisis de políticas públicas, de sistemas
institucionales y/o de reformas institucionales.
Las personas interesadas pueden enviar su hoja de vida de acuerdo al
formato adjunto y deberán incluir además una explicación de motivos y
proyección académica en no más de 2.000 caracteres.
Recepción de candidatura:
Coordinación del programa de Políticas Públicas y Gestión:
lalibrahim@... <mailto:lalibrahim@...> con copia a la
Coordinación Docente de la FLACSO: docente@...
<mailto:docente@...>
Fecha límite de recepción:
Lunes, 30 de noviembre de 2009, a las 09h00 am.
Este mensaje no es un SPAM, si no desea recibir esta información enviar un
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Una vez más los recuerdamos que están abiertas las
inscripciones de ponéncias para los 29 Grupos de Trabajo del VIII Congreso de
La Associación Latinoamericana de Sociologia Rural. El congresso se pasará
entre nos 15 e 19 de noviembre em Porto de Galinhas, en el estado de
Pernambuco, Brasil.
El cierre para recepción de los resumenes de
ponencia será el 20 de deciembre de 2009.
Para inscribir su trabajo, accese la página web del congreso
(www.alasru.org) y haga
click en "inscripciones". Allá se encuentra el Formulário de
Submisión de Ponencias a Grupos de Trabajo. Más abajo se hay todas las
informaciones necesárias para la inscripción. Los resumenes debran tener hasta
500 palavras y podrá ser enviado en portugués o castellano. Cada propuesta
puede tener hasta trés autores. Cada primero autor podrá enviar, en lo máximo,
una ponencia.
Abrazos
Sonia Bergamasco
Presidente da Alasru
Professora da Feagri/Unicamp
Leonilde Servolo de Medeiros
Secretária da Alasru
Professora do Programa de Pós-graduação de C. Sociais em Desenvolvimento,
Agricultura e Sociedade
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Henrique de Barros
Coordenador Local do VIII Congresso da Alasru
Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco
La potencia del enfoque cualitativo
para el estudio de la percepción del riesgo
The power of the cualitative approach for studying risk
perception
Mabel
Padlog(Universidad
de Guadalajara, México)
Una investigación a
partir de datos secundarios: el estudio de la mortalidad en los partidos del
Gran Buenos Aires
Research Based on Secondary Data: a Study of Mortality in
the Administrative Areas of Greater Buenos Aires
Mercedes
Aguilar (Universidad de Buenos Aires, Argentina)
Aproximaciones
metodológicas para una sociología visual a partir del estudio de prácticas de
memoria colectiva en el espacio público de la ciudad de Santiago
Methodological Approaches for Visual Sociology Based on the
Study of Collective Memory Practices in Public Space in the City, Santiago de
Chile
Roberto
Fernández Droguett y Pablo Hermansen Ulibarri (Universidad
de Chile/ Pontificia Universidad Católica de Chile)
Semestre:
Decapitaciones y
mutilaciones en el México contemporáneo
Decapitations and Mutilations in Contemporary Mexico
Nelson
Arteaga Botello (Universidad Autónoma del Estado de México, Toluca, México)
Las Tecnologías de la Sociedad de la Información (TSI) y la salud en la globalización
Information Society Technologies (IST) and Health in
Globalization
Gustavo
Alcántara Moreno (Universidad de los Andes. Mérida, Venezuela)
Revisión y renovación de
la sociología de la familia
Review and Renovation of Sociology of the Family
Noé
González (Universidad de Valladolid, España)
Política, cultura,
políticas culturales y consumo cultural en Venezuela
Politics,
Culture, Cultural Policies and Cultural Consumption in Venezuela
Emilia
Bermúdez y Natalia Sánchez (Universidad del Zulia. Maracaibo,
Venezuela)
Recensiones:
Julio Fuentes. Romance
para un reino que fenece(Héctor Ballón Lozada, Universidad Nacional de San
Agustín. Arequipa, Perú)
Oscar Battaglini. El
betancourismo(Vladimir Acosta,
Universidad Central. Caracas, Venezuela)
De: Agrarias
[mailto:agrarias@...] Enviada em: quarta-feira, 18 de novembro de 2009 12:54 Para: Undisclosed-Recipient:; Assunto: [Spam] FLACSO Maestría en Estudios Sociales Agrarios
Objetivos y destinatarios
El programa en Estudios Sociales Agrarios tiene como
propósito principal contribuir a la formación de posgraduados en el marco
de un plan de estudios de alto nivel académico que permita profundizar en
el conocimiento de la realidad agraria contemporánea desde una perspectiva
multidisciplinaria y pluralista. Se aborda la evolución histórica y las
transformaciones recientes con especial referencia al caso argentino en el
contexto de los cambios mundiales y de los procesos de reestructuración
nacionales en sus dimensiones económica, social, política y ambiental.
La Maestría está dirigida a graduados universitarios de distintas
disciplinas y orientaciones profesionales afines a la temática y
orientación de la misma. Entre sus destinatarios incluye a investigadores,
docentes, funcionarios, promotores y extensionistas.
Organización y plan de estudios
El cursado de materias está organizado en trimestres
y la Maestría se completa en dos años académicos. Incluye 5 materias
obligatorias (Historia Agraria, Sociología Rural, Economía Agraria,
Epistemología y Metodología de la Investigación y, Taller de Tesis I) y una
oferta amplia de materias y seminarios optativos.
Otorga el título de Magíster en Estudios Sociales Agrarios que implica el
dictado de 540 horas de clase y la aprobación de una Tesis final y el de
Especialista en Estudios Sociales Agrarios que requiere el dictado de 360
horas de clase y la aprobación de un trabajo final de integración de los
conocimientos adquiridos.
Las clases se dictan con una frecuencia quincenal los días jueves, viernes
y sábado. El ciclo anual se extiende desde fines del mes de marzo hasta
comienzos de diciembre.
Equipo docente
Los
docentes provienen de distintos ámbitos académicos y profesionales del
país, incluyendo universidades nacionales de la ciudad de Buenos Aires y
del interior del país, el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y
Técnicas (CONICET), el Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA)
y otros organismos nacionales e internacionales; también convoca a
profesores invitados del país y del extranjero. Desde el punto de vista de
las disciplinas, el equipo docente incluye sociólogos, economistas,
historiadores, ingenieros agrónomos, antropólogos y, geógrafos.
Cierre de inscripción
15 de
Marzo 2010
La coordinación
académica del programa está a cargo de Guillermo
Neiman.
El equipo
docente está integrado por: Aguirre, Patricia Barsky, Osvaldo Bisio, Raúl Chernobilsky, Lilia Craviotti, Clara Djenderedjian,
Julio Fiorentino, Raúl Gutiérrez, Alicia León, Carlos Lombardo, Patricia Manzanal, Mabel Neiman, Guillermo Quaranta, Germán Ratier, Hugo Reboratti, Carlos Schiavoni, Gabriela Tort, María Isabel
Informes FLACSO - Área
Estudios Sociales Agrarios
Ayacucho 555 –(C1026AAC) Buenos Aires,Argentina.
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Atualizado em 18/11/2009
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De: Agrarias
[mailto:agrarias@...] Enviada em: quarta-feira, 18 de novembro de 2009 12:54 Para: Undisclosed-Recipient:; Assunto: [Spam] FLACSO Maestría en Estudios Sociales Agrarios
Objetivos y destinatarios
El programa en Estudios Sociales Agrarios tiene como
propósito principal contribuir a la formación de posgraduados en el marco
de un plan de estudios de alto nivel académico que permita profundizar en
el conocimiento de la realidad agraria contemporánea desde una perspectiva
multidisciplinaria y pluralista. Se aborda la evolución histórica y las
transformaciones recientes con especial referencia al caso argentino en el
contexto de los cambios mundiales y de los procesos de reestructuración
nacionales en sus dimensiones económica, social, política y ambiental.
La Maestría está dirigida a graduados universitarios de distintas
disciplinas y orientaciones profesionales afines a la temática y
orientación de la misma. Entre sus destinatarios incluye a investigadores,
docentes, funcionarios, promotores y extensionistas.
Organización y plan de estudios
El cursado de materias está organizado en trimestres
y la Maestría se completa en dos años académicos. Incluye 5 materias
obligatorias (Historia Agraria, Sociología Rural, Economía Agraria,
Epistemología y Metodología de la Investigación y, Taller de Tesis I) y una
oferta amplia de materias y seminarios optativos.
Otorga el título de Magíster en Estudios Sociales Agrarios que implica el
dictado de 540 horas de clase y la aprobación de una Tesis final y el de
Especialista en Estudios Sociales Agrarios que requiere el dictado de 360
horas de clase y la aprobación de un trabajo final de integración de los
conocimientos adquiridos.
Las clases se dictan con una frecuencia quincenal los días jueves, viernes
y sábado. El ciclo anual se extiende desde fines del mes de marzo hasta
comienzos de diciembre.
Equipo docente
Los
docentes provienen de distintos ámbitos académicos y profesionales del
país, incluyendo universidades nacionales de la ciudad de Buenos Aires y
del interior del país, el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y
Técnicas (CONICET), el Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria (INTA)
y otros organismos nacionales e internacionales; también convoca a
profesores invitados del país y del extranjero. Desde el punto de vista de
las disciplinas, el equipo docente incluye sociólogos, economistas,
historiadores, ingenieros agrónomos, antropólogos y, geógrafos.
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Marzo 2010
La coordinación
académica del programa está a cargo de Guillermo
Neiman.
El equipo
docente está integrado por: Aguirre, Patricia Barsky, Osvaldo Bisio, Raúl Chernobilsky, Lilia Craviotti, Clara Djenderedjian,
Julio Fiorentino, Raúl Gutiérrez, Alicia León, Carlos Lombardo, Patricia Manzanal, Mabel Neiman, Guillermo Quaranta, Germán Ratier, Hugo Reboratti, Carlos Schiavoni, Gabriela Tort, María Isabel
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Estudios Sociales Agrarios
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07:38:00
De: Nueva Publicación -
FLACSO [mailto:nuevapublicacion@...] Enviada em: sexta-feira, 20 de novembro de 2009 14:08 Para: FLACSO - Ecuador Assunto: Cohesión social y políticas sociales en Iberoamérica
PUBLICACIONES
Serie Foro
Autora:
Josette Altmann
Fecha de edición: octubre 2009
No. de páginas: 160
ISBN: 978-9978-67-217-4
Precio: 10 USD
Coeditado
por:
Cohesión
social y políticas sociales en Iberoamérica
La coyuntura actual de
crisis económica hace necesario sumar esfuerzos nacionales para establecer un
espacio regional que genere un sentido comunitario y aumente la capacidad de
los países para satisfacer las necesidades y ampliar las oportunidades de
bienestar. Este libro alimenta la discusión por la que se reconoce que nuevos
acercamientos entre las naciones iberoamericanas, permitirán transformar los
procesos de integración en instrumentos esenciales para el desarrollo.
El concepto de cohesión
social surge como una idea integral y multidimensional que trasciende los
temas de reducción de la pobreza como la mera satisfacción de las necesidades
básicas y materiales; además, toma en cuenta aspectos económicos, sociales,
políticos, culturales y étnicos. Estos artículos sugieren que la cohesión
social es un concepto que tiene dos vertientes: objetiva y subjetiva. La
primera se refiere tanto a la eficacia de los mecanismos de inclusión social.
La segunda vertiente tiene que ver con las percepciones de las y los miembros
de una sociedad.
La cohesión se alcanza si
ambas vertientes convergen en un punto, pues el grado de confianza en las
instituciones públicas y privadas, así como poseer una titularidad efectiva
de los distintos derechos ciudadanos en diversos ámbitos, es esencial para
que las personas devengan miembros activos de sus sociedades. Deben sentir que
pueden participar y formar parte de las instancias deliberativas. Solo el
abrir espacios a la sociedad civil fortalecerá las relaciones de
solidaridad y responsabilidad social.
Contenido
Presentación Adrián Bonilla y Francisco Rojas
Prefacio Rosa Conde
Introducción
Sin cohesión social, el desarrollo y la integración no tienen sentido Jossette Altmann
Cohesión social en Iberoamérica Tomás Mallo y Maribel Rodríguez
Retos de la política social en América Latina Ernesto Cohen
Modernización y Estado de Bienestar en España:
“Lecciones” para América Latina Álvaro Espina
La paciencia de los pobres.
Políticas sociales e integración en Centroamérica Ana Isabel García
Cohesión social y seguridad ciudadana Tatiana Beirute
Políticas públicas y cohesión social.
La política fiscal en Costa Rica Guillermo Zúñiga
Cohesión social: una mirada desde la CEPAL Ana Sojo
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07:38:00
De: Daniel Espíndola
[mailto:lupam@...] Enviada em: quarta-feira, 11 de novembro de 2009 07:25 Para: HENRIQUE BARROS (Terra) Assunto: Revist@ Electrónica: La Extensión Rural en la Sociedad del
Conocimiento
Me es grato compartir con ustedes el segundo número de la Revist@ Electrónica
"La Extensión Rural en el Cono Sur. Nuevos desafíos Frente a la Sociedad
del Conocimiento", elaborada por la Oficina del IICA en Uruguay.
La misma desarrolla un tema de candente actualidad para el futuro del sector
agropecuario de nuestros países.
Esta publicación contiene los principales documentos y resultados del Foro
Electrónico que, sobre dicha temática, se realizó del pasado 20 de julio al
30 de agosto, contando con la intervención de 600 participantes de distintos
países de Sud América.
Les anticipo que el próximo número será sobre Gestión de Riesgos y Seguros
Agropecuarios, recogiendo los resultados del Seminario Regional realizado a
inicios de junio, más el Foro Electrónico que sobre este tema llevamos a cabo
recientemente.
Esperando que les sea de utilidad, los saluda atentamente,
Manuel Otero
Represente
del IICA en Uruguay
Contenido de la Revista
Editorial. Manuel Otero, Representante de IICA en Uruguay
Acerca del Foro
Síntesis Marco: La extensión rural en el Cono Sur, nuevos desafíos frente a
la sociedad del conocimiento. Alfredo Rodríguez
Primer Eje: Extensión rural como herramienta de inclusión social
Alguns horizontes da utopia de inclusão na Política Nacional de Assistência
Técnica e Extensão Rural – PNATER ou a falta de horizontes reais. Eros Marion
Mussoi
Extensión Rural en el Paraguay: experiencias del Proyecto de Manejo
Sostenible de los Recursos Naturales (PMRN). Rafael Gadea
Segundo Eje: Innovación y gestión del conocimiento
Enfoques sobre las TIC´s y la extensión rural en Uruguay. Alfredo Rodríguez
Programa de conectividad rural y servicios de la información para la
innovación. Francine Brossard
Educación y extensión: nuevas estrategias, nuevos ambientes para el
aprendizaje. Nestor Bruno y Norma Carosio
Extensión 2.0. Daniel Espíndola
Tercer Eje: Nuevos arreglos institucionales para la extensión rural
Nuevos arreglos institucionales para la extensión rural. Ricardo Thornthon
Extensión Rural: Institucionalidad, escenarios futuros, capacidades
requeridas y roles de la extensión pública. Pedro de Hegedus
Nuevos arreglos institucionales para la extensión rural. Luiz Carlos Beduschi
A Intervenção Participativa dos Atores (INPA) como arranjo institucional para
a ação extensionista. A experiência brasileira. Ribamar Furtado
La experiencia del Proyecto de Desarrollo Social de las zonas rurales más
pobres del norte de Uruguay (PRODENOR). Victoria Morena y Luis Silvera
Editorial
El Instituto Interamericano de Cooperación para la Agricultura (IICA) tiene
un ineludible compromiso con el desarrollo sostenible del sector
agropecuario, la seguridad alimentaria y la prosperidad rural de sus países
miembros. Para concretar esa visión y pasar de las palabras a los hechos, el
IICA asume como unos de sus principales líneas de cooperación técnica, el
apoyo al diseño de políticas y la transformación institucional para la investigación,
la extensión y la innovación.
Una serie de cambios estructurales, en curso a nivel mundial, avalan la
importancia de esta línea de trabajo. Entre éstos cabe citar: a) la
recuperación de los precios en los mercados internacionales, que promueve una
intensificación de los procesos productivos ante el gradual agotamiento de la
frontera agrícola; b) el cambio de paradigma generado por la irrupción de las
TICs en todos los sectores de la economía mundial, que sienta las bases de la
sociedad del conocimiento y c) el reconocimiento de la importancia
estratégica de los pequeños productores que representan el 85% de las
explotaciones agropecuarias del MERCOSUR y que, al constituir la columna
vertebral de la estructura agraria de esos países, deben ser reconocidos como
actores clave en los planes de seguridad alimentaria que se adopten. Estos y
otros cambios, obligan a repensar las estrategias de extensión rural bajo un
enfoque de equidad e inclusión social y en el marco de una activa
participación del Estado.
Bajo estas premisas, la Oficina del IICA en Uruguay convocó, del 20 de julio
al 3 de agosto de 2009, a un Foro Electrónico sobre la Extensión Rural en el
Cono Sur: Nuevos desafíos frente a la Sociedad del Conocimiento. Más de 600
participantes de distintos países de Sudamérica debatieron -a lo largo de más
de dos semanas- el futuro de la extensión rural desde los prismas de la
inclusión social, la innovación y la gestión del conocimiento y los
necesarios arreglos institucionales.
Es un honor transformar esa experiencia virtual de diálogo sudamericano en un
nuevo número de la Revist@ IICA, que se pone a disposición de tomadores de
decisiones extensionistas, académicos y productores, tanto públicos como
privados, como contribución a un debate impostergable que, por su importancia
estratégica, es preciso transformar en nuevos marcos para políticas
institucionales.
Manuel Otero
Representante del IICA en Uruguay
Foro electrónico internacional: La extensión rural en el Cono Sur. Nuevos
desafíos frente a la Sociedad del Conocimiento
¿Para qué un foro sobre extensión rural?
El principal objetivo del foro fue repensar la extensión rural en el marco de
la Sociedad del Conocimiento desde una mirada interdisciplinaria, con énfasis
en la equidad y la inclusión social. La intención era comprender las actuales
tendencias que redefinen la extensión rural, reflexionar sobre la Sociedad
del Conocimiento como entorno para la innovación y comprender los nuevos
procesos de información y comunicación vinculados al desarrollo rural. Este
abordaje se realizó tomando en cuenta el contexto regional de la agricultura
familiar.
Los países del Cono Sur han redefinido en los últimos años el papel y la
importancia de la agricultura familiar en la producción agropecuaria y el
desarrollo rural sostenible de dichos países. A través de distintas
políticas, los gobiernos se proponen fortalecer a los pequeños productores
para que éstos mejoren sus prácticas, hagan más sostenible su actividad y
permanezcan en el medio rural.
El papel que juega el conocimiento en estas estrategias es ampliamente
reconocido. Esto se refleja en intentos por mejorar el asesoramiento técnico
dirigido a los pequeños productores y en esfuerzos por adaptar la tecnología
y la innovación a sus realidades. Esto ha llevado a muchos a preguntarse por
el papel de la extensión rural en estas estrategias y a revisar las viejas y
nuevas concepciones al respecto.
Se entiende que esta discusión debe darse en el marco más amplio de una
Sociedad del Conocimiento, en la cual las formas de recibir, distribuir y
compartir el conocimiento transforman dramáticamente los modelos y prácticas
de la extensión. Las nuevas modalidades de extensión, como la e-extensión con
uso de TICs, la participación de los propios agricultores en la
investigación, la creación de redes, el papel de las escuelas rurales y otros
agentes educativos, exigen que se re-piense la extensión a partir de sus
formatos tradicionales y se trate de proyectarla hacia el futuro.
Funcionamiento del foro
Un foro electrónico es una actividad on-line asincrónica, es decir, que se
puede participar desde cualquier lugar (casa, oficina, cybercafé, etc.) y en
cualquier momento, durante su transcurso. Los participantes entran a un sitio
web donde podrán escribir mensajes y leer los mensajes de otros
participantes. El objetivo de este tipo de actividad suele ser el de recoger
un amplio espectro de opiniones sobre un tema específico, en torno al cual se
discute y se intercambia.
En esta instancia participaron 620 personas (extensionistas, técnicos,
docentes, funcionarios gubernamentales, miembros de organizaciones sociales)
de distintos países de Sudamérica (Argentina, Brasil, Chile, Colombia,
Ecuador, Paraguay, Perú, Uruguay, Venezuela, entre otros).
El foro tuvo una duración de tres semanas: del 20 de julio al 3 de agosto de
2009. Cada semana se iniciaba un nuevo eje temático, para el cual se
proponían algunas consignas y preguntas.
Los ejes temáticos fueron:
1 - Extensión e Inclusión Social: referido a la importancia de la extensión
rural como herramienta de inclusión social en las comunidades rurales pobres
o excluidas.
2 - Innovación y Gestión del Conocimiento: acerca de los diálogos entre la
innovación y la extensión, la forma en que se genera y difunde el
conocimiento en las comunidades rurales y el uso de las tecnologías de
información y comunicación (TIC) en la gestión de ese conocimiento.
3 - Nuevos arreglos institucionales para la Extensión Rural: sobre los
distintos arreglos institucionales para la extensión que han existido en la
región (servicios públicos, servicios privados, gestión social,
universidades, etc.) y los nuevos modelos que se pueden proponer.
En cada eje hubo un conjunto de breves ponencias realizadas por referentes
importantes en cada tema, para disparar la discusión. También se dispuso de
un espacio en la web para subir documentos que aporten libremente los
distintos participantes.
El primer número de la revista fue sobre "Las TIC en el Sector Rural y
Agroalimentarios: Experiencias Uruguayas" y se encuentra disponible aquí
O través de la web www.iica.org.uy
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De: Luciane Soares
[mailto:crisluani@...] Enviada em: sábado, 24 de outubro de 2009 19:48 Para: hdbarros Assunto: Intelectuais de todo o mundo lançam manifesto em defesa do MST
e contra a CPI
Amiga/o, eis, em anexo,
pequeno artigo de Bresser Pereira: "Indignação com as
laranjeiras".
E, abaixo, MANIFESTO INTERNACIONAL EM DEFESA DO MST E
CONTRA A CPI do MST. Leia
e, se concordar, assine embaixo. Se quiser enviar para seus amigos/as,
melhor ainda.
Um abraço terno. Frei Gilvander Moreira
Intelectuais de todo o mundo lançam manifesto em defesa do
MST e contra a CPI
Foi
divulgado hoje (22) um manifesto assinado por dezenas de intelectuais do
Brasil e do mundo em defesa do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem
Terra (MST) e contra a proposta de CPI que pretende “investigar” o
movimento. O documento denuncia todo o processo de criminalização do MST
a partir dos últimos acontecimentos, em especial a exploração da mídia no
caso da ocupação às fazendas controladas irregularmente pela Cutrale e a
instauração da CPI.
O
lançamento do manifesto foi uma iniciativa dos próprios intelectuais.
Entre as personalidades que assinam estão brasileiros como Antonio
Candido, Luis Fernando Veríssimo e Emir Sader, e estrangeiros como o
uruguaio Eduardo Galeano, o francês Michael Lowy e o português Boaventura
de Souza Santos.
O documento
lembra que a titularidade das terras da Cutrale é contestada e que não há
nenhuma prova da participação de trabalhadores do MST na destruição de
máquinas e equipamentos da empresa. “Há um objetivo preciso nisso
tudo: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola – cuja
versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 – e viabilizar
uma CPI sobre o MST”, denuncia o texto, que chama a atenção, também para
a crescente concentração fundiária no país e para a violência em
conflitos agrários. “Na ótica dos setores dominantes, pés de laranja
arrancados em protesto representam uma imagem mais chocante do que as
famílias que vivem em acampamentos precários desejando produzir alimentos.”
PARA MAIS
INFORMAÇÕES
Gustavo
Mehl – Assessoria de Comunicação da Justiça Global
(21)
2544-2320 / 8162-2181
__________________________
Manifesto em defesa do
MST
Contra a violência do
agronegócio e a criminalização das lutas sociais
As grandes
redes de televisão repetiram à exaustão, há algumas semanas,
imagens da ocupação realizada por integrantes do Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em terras que seriam de propriedade
do Sucocítrico Cutrale, no interior de São Paulo. A mídia foi taxativa em
classificar a derrubada de alguns pés de laranja como ato de vandalismo.
Uma
informação essencial, no entanto, foi omitida: a de que a titularidade
das terras da empresa é contestada pelo Incra e pela Justiça. Trata-se de
uma grande área chamada Núcleo Monções, que possui cerca de 30 mil
hectares. Desses 30 mil hectares, 10 mil são terras públicas reconhecidas
oficialmente como devolutas e 15 mil são terras improdutivas. Ao mesmo
tempo, não há nenhuma prova de que a suposta destruição de máquinas e
equipamentos tenha sido obra dos sem-terra.
Na ótica
dos setores dominantes, pés de laranja arrancados em protesto representam
uma imagem mais chocante do que as famílias que vivem em acampamentos
precários desejando produzir alimentos.
Bloquear
a reforma agrária
Há um
objetivo preciso nisso tudo: impedir a revisão dos índices de
produtividade agrícola – cuja versão em vigor tem como base o censo
agropecuário de 1975 – e viabilizar uma CPI sobre o MST. Com tal
postura, o foco do debate agrário é deslocado dos
responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que
lutam pelo direito do povo. A revisão dos índices evidenciaria que,
apesar de todo o avanço técnico, boa parte das grandes propriedades não é
tão produtiva quanto seus donos alegam e estaria, assim, disponível
para a reforma agrária.
Para
mascarar tal fato, está em curso um grande operativo político das
classes dominantes objetivando golpear o principal movimento social
brasileiro, o MST. Deste modo, prepara-se o terreno para mais uma
ofensiva contra os direitos sociais da maioria da população brasileira.
O pesado
operativo midiático-empresarial visa isolar e criminalizar o movimento
social e enfraquecer suas bases de apoio. Sem resistências, as corporações
agrícolas tentam bloquear, ainda mais severamente, a reforma agrária e
impor um modelo agroexportador predatório em termos sociais e ambientais,
como única alternativa para a agropecuária brasileira.
Concentração
fundiária
A
concentração fundiária no Brasil aumentou nos últimos dez anos, conforme
o Censo Agrário do IBGE. A área ocupada pelos estabelecimentos rurais
maiores do que mil hectares concentra mais de 43% do espaço total,
enquanto as propriedades com menos de 10 hectares ocupam menos de 2,7%.
As pequenas propriedades estão definhando enquanto crescem as fronteiras
agrícolas do agronegócio.
Conforme a
Comissão Pastoral da Terra (CPT, 2009) os conflitos agrários do primeiro
semestre deste ano seguem marcando uma situação de extrema violência
contra os trabalhadores rurais. Entre janeiro e julho de 2009 foram
registrados 366 conflitos, que afetaram diretamente 193.174 pessoas,
ocorrendo um assassinato a cada 30 conflitos no 1º semestre de 2009. Ao
todo, foram 12 assassinatos, 44 tentativas de homicídio, 22 ameaças de
morte e 6 pessoas torturadas no primeiro semestre deste ano.
Não
violência
A
estratégia de luta do MST sempre se caracterizou pela não violência,
ainda que em um ambiente de extrema agressividade por parte dos agentes
do Estado e das milícias e jagunços a serviço das corporações e do
latifúndio. As ocupações objetivam pressionar os governos a realizar a
reforma agrária.
É preciso
uma agricultura socialmente justa, ecológica, capaz de assegurar a
soberania alimentar e baseada na livre cooperação de pequenos
agricultores. Isso só será conquistado com movimentos sociais fortes, apoiados
pela maioria da população brasileira.
Contra a
criminalização das lutas sociais
Convocamos
todos os movimentos e setores comprometidos com as lutas a se engajarem
em um amplo movimento contra a criminalização das lutas sociais,
realizando atos e manifestações políticas que demarquem o repúdio
à criminalização do MST e de todas as lutas no Brasil.
Assinam
esse documento:
Eduardo
Galeano - Uruguai
István
Mészáros - Inglaterra
Ana
Esther Ceceña - México
Boaventura
de Souza Santos - Portugal
Daniel
Bensaid - França
Isabel
Monal - Cuba
Michael
Lowy - França
Claudia
Korol - Argentina
Carlos
Juliá – Argentina
Miguel
Urbano Rodrigues - Portugal
Carlos
Aguilar - Costa Rica
Ricardo
Gimenez - Chile
Pedro
Franco - República Dominicana
Brasil:
Antonio
Candido
Ana Clara
Ribeiro
Anita
Leocadia Prestes
Andressa
Caldas
André Vianna
Dantas
André Campos
Búrigo
Augusto
César
Carlos Nelson Coutinho
Carlos
Walter Porto-Gonçalves
Carlos
Alberto Duarte
Carlos A.
Barão
Cátia
Guimarães
Cecília Rebouças Coimbra
Ciro
Correia
Chico
Alencar
Claudia
Trindade
Claudia
Santiago
Chico de
Oliveira
Demian
Bezerra de Melo
Emir Sader
Elias
Santos
Eurelino
Coelho
Eleuterio
Prado
Fernando Vieira Velloso
Gaudêncio Frigotto
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Estimados/as amigos/as:
Cordiales saludos. Deseo compartir con ustedes un comentario editorial de mi
autoria, que ha sido publicado hoy viernes 23 en el diario "El Telegrafo", con
el título "Consenso popular y democracia".
El texto completo va en archivo adjunto.
Un fragmento del mismo va a continuacion:
"Las mesas de diálogo establecidas entre el nivel ejecutivo del Gobierno y el
movimiento indígena y el magisterio, son un escenario decisivo para avanzar o
retroceder en la perspectiva estratégica.
No se trata de que unos u otros se miren como "ganadores" o
"perdedores", se trata de mirarse y entenderse como integrantes de una misma
tendencia, con autonomía relativa, pero cuya articulación o alianza es
fundamental en una perspectiva de bloque histórico.
Ese es el andarivel en el que se deben desplegar los mejores esfuerzos y
liderazgos, con visión estratégica y no de corto plazo".
Fraternalmente,
Francisco Hidalgo
Nota: tambien puede consultar en:
http://www.telegrafo.com.ec/opinion/columnista/archive/opinion/columnistas/2009/\
10/23/Consenso-popular-y-democracia.aspx
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18:42:00
Estimados amigos y amigas:
Anexo invitación a la presentación de mi libro:
Estructura y subjetividad de los trabajadores agrícolas, el lunes 26 de
octubre a las 11:00 hrs. en la Torre Académica. El libro será comentado
por representativos de los actores principales de la problemática
jornalera (sociedad civil, empresarios agrícolas y Estado).
Atentamente
Dr. Florencio Posadas Segura
flopose@...
________________________________________
-----Mensagem original-----
De: Flacso Eventos [mailto:flacsope@...]
Enviada em: quinta-feira, 22 de outubro de 2009 13:18
Para: 'Flacso Ecuador'
Assunto: Convocatoria profesor/a agregado/a
CONVOCATORIA PROFESOR(A) AGREGADO(A)
La Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO Sede Ecuador,
requiere los servicios de un(a) profesor(a) agregado(a) para trabajar con
dedicación exclusiva al menos por un año.
Perfil:
- Ph.D. o Doctorado en Ciencias Sociales, con especialidad o
mención en Ciencia Política, Sociología o Políticas Públicas, o carrera
afín.
- Conocimientos profundos en economía y finanzas públicas, política
comparada, teoría social y métodos cuantitativos.
- Justificar al menos tres publicaciones académicas (libro,
artículos o capítulos en libros).
- Se dará preferencia a investigadores o investigadoras con
experiencia en el análisis de políticas públicas, de sistemas
institucionales y/o de reformas institucionales.
Las personas interesadas pueden enviar su hoja de vida de acuerdo al
formato adjunto y deberán incluir además una explicación de motivos y
proyección académica en no más de 2.000 caracteres.
Recepción de candidatura:
Coordinación del programa de Políticas Públicas y Gestión:
lalibrahim@... <mailto:lalibrahim@...> con copia a la
Coordinación Docente de la FLACSO: docente@...
<mailto:docente@...>
Fecha límite de recepción:
Lunes, 30 de noviembre de 2009, a las 09h00 am.
Este mensaje no es un SPAM, si no desea recibir esta información enviar un
correo con la palabra ELIMINAR a flacsope@...
<mailto:flacsope@...>
--
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y se considera que está limpio.
MailScanner agradece a transtec Computers <http://www.transtec.co.uk/> por
su apoyo.
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18:42:00
Esta inciativa que ponemos
a su consideración responde a la negativa del gobierno mexicano para
atender el llamado urgente de establecer mecanismos efectivos que
garanticen la protección y bioseguridad del maíz en México, su centro de
origen y diversidad; y al riesgo creciente que corren ésta y otras
variedades cultivadas nativas, sus creadores y guardianes (los agricultores
de México) y su entorno, debido a la presión de compañías transnacionales y
otros actores para la liberación de maíz genéticamente modificado en
México. Esto se ha hecho posible luego de las más recientes modificaciones
al Reglamento de la Ley de Bioseguridad de Organismos Genéticamente
Modificados (LBOGM), que anulan el Régimen de Protección Especial al Maíz.
Ante estos hechos, el programa de Agricultura y alimentación de la Unión de
Científicos Comprometidos con la Sociedad (UCCS) ha elaborado una carta de
extrañamiento, sustentada en evidencia científica de diversos grupos de
primer nivel de todo el mundo y en algunas contribuciones de los miembros
de este programa dentro de la UCCS. El presente extrañamiento está dirigido
al Presidente de la República, Felipe Calderón, y a todos los funcionarios
responsables de las decisiones que tienen que ver con la bioseguridad de
México. En él, se exponen los principales argumentos que la comunidad
científica ha aportado a lo largo de años de investigación vinculada con el
tema.
Con base en dichos
argumentos, se insta al Ejecutivo a tomar acciones definitivas para evitar
que se consume una grave afectación potencial al patrimonio natural que
representa el maíz para México y el mundo, así como a la seguridad
alimentaria. Por este medio, los exhortamos a firmar dicha carta de
extrañamiento, y respaldar con el prestigio de su trayectoria esta
iniciativa de interés general, bajo la premisa de apoyar una ciencia
socialmente benéfica, éticamente responsable, comprometida con la
sustentabilidad.
Atentamente,
Programa
de Agricultura y Alimentación de la UCCS.
Dr. Antonio Serratos (Coordinador del Programa de Agricultura y
Alimentación)
Dra. Elena Alvarez-Buylla Roces (Presidenta de la UCCS)
Unión de Científicos
Comprometidos con la SociedadSan Pedro 70, Col. El Carmen
04100 Coyoacán, D.F., México
Tel. (+52) (55) 27 89 37 58, (+52) (55) 56 58 44 97
We
are concerned by the negative of the Mexican government to install and
execute adequate mechanisms to guarantee the protection and biosafety of
maize landraces and of other cultivars for which Mexico is center of origin
and diversification. This is worrying, given that the possibility of
approving experimental GM maize plantings has been enabled after the
Mexican government published amendments to the Law of Biosafety for
Genetically Modified Organisms (known in Spanish as LBOGM). Such amendments
disable the previous Special Protection Regime for Maize, and entail an
increasing risk for this and other native cultivars, their stewards
(Mexican farmers) and their environment.
In this context, the Food and Agriculture Program of the Unión de
Científicos Comprometidos con la Sociedad (Mexican NGO devoted to
analyze science and society related issues) prepared a statement demanding
Mr. Felipe Calderon, President of Mexico, to revise his policies on this
subject in order to avoid a potentially irreversible negative impact to the
Mexican and world´s natural heritage represented by Mexican maize
landraces, as well as to food security.
The statement exhibits the main arguments exposed by the scientific
community, based on evidence attained through many years of research. We
urge the Mexican government to take definitive actions to avoid a
potentially irreversible accumulation of patented transgenes in the Mexican
maize landraces. This opens unacceptable uncertainties and could
significantly affect the possibility of using such germplasm for future
crop improvements. This could also impinge risks for food safety.
We invite you to sign this statement and support this effort if our summary
of scientific evidence and conclusions convince you. We consider this
matter of utmost and urgent importance. This invitation to get involved in
the protection of the Mexican landraces as a public good for the present
and future world´s food security, is also a call for an ethical and
responsible science, committed with social benefit and a sustainable
agriculture.
Yours faithfully,
Food
and Agriculture Program, UCCS
Antonio Serratos, Ph.D. (Academic Coordinator of the Food and Agriculture
Program, UCCS)
Elena Alvarez-Buylla, Ph.D. (President of UCCS)
Unión de Científicos
Comprometidos con la SociedadSan Pedro 70, Col. El Carmen
04100 Coyoacán, D.F., México
Tel. (+52) (55) 27 89 37 58, (+52) (55) 56 58 44 97
--
************************************************
ELENA ALVAREZ-BUYLLA
Laboratorio de Genética Molecular, Desarrollo y Evolución de Plantas
Instituto de Ecología (Dpto de Ecología Funcional)
3er Circuito Exterior, Junto a Jardín Botánico
CU, Coyoacán, México DF 04510
Tel/Fax: 52-55-56229013
Mensajes en Español sin acentos
¡Encuentra
las mejores recetas
con Yahoo! Cocina!
http://mx.mujer.yahoo.com/cocina/
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18:42:00
En el marco del VIII Congreso Latinoamericano de Sociología Rural
que se realizará desde el 15 al 19 de noviembre de 2010 en Porto de Galinhas,
Pernambuco-Brasil, tenemos el gusto de invitarlos a participar del Grupo de
Trabajo 21 "Trabajo asalariado y mercados laborales agropecuarios”.
Esperando encontrarlos pronto en una fructífera reunión de trabajo, envían
cordiales saludos,
Sara Lara Flores, María Aparecida de Moraes Silva, Alberto Riella y Víctor
Rau (coordinadores)..
GT 21: "Trabajo asalariado y mercados laborales agropecuarios”
La situación de los trabajadores asalariados, las características de la
demanda de mano de obra, la organización de su empleo y las diversas
estructuras que adquieren los mercados de trabajo rurales y agropecuarios,
constituyeron tradicionalmente áreas temáticas relativamente desatendidas por
la Sociología Rural. Desde las últimas décadas, sin embargo, en distintos
países de América Latina se ha asistido a la emergencia de un mayor número de estudios
acerca de estas cuestiones.
El Grupo de Trabajo se orienta al abordaje de las mismas, buscando captar
las realidades heterogéneas y cambiantes presentes en nuestro continente, a
partir de estudios guiados por preguntas y enfoques diversos. Se buscará
continuar avanzando sobre los todavía importantes vacíos de conocimiento
existentes en torno a la cuestión del trabajo asalariado y los mercados
laborales agropecuarios.
Coordinadores:
Dra. Sara Lara Flores
Instituto de Investigaciones Sociales. Universidad Nacional Autónoma de
México
Dra. María Aparecida de Moraes Silva
Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e
PPG/Sociologia/Universidade Federal de São Carlos (Brasil)
Dr. Alberto Riella
Universidad de la República - Facultad de Ciencias Sociales, Departamento de
Sociología (Uruguay)
Dr. Víctor Rau
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas / Instituto de
Investigaciones Gino Germani – Universidad de Buenos Aires (Argentina).
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